Sociedade

Atiradores do massacre de Suzano se suicidaram quando viram a Polícia

(TE) Sociedade – Durante um pronunciamento oficial, proferido nesta quarta-feira, 13 de março, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos, falou que os dois atiradores que invadiram uma escola em Suzano e desferiram tiros contra várias pessoas se mataram no momento em que viram dois policiais militares no local.

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“Quando se depararam com a Força Tática, com o sargenteo Camargo, cabo Airana e cabo Diniz, eles [atiradores] estavam prestes a entrar em uma sala com dezenas de alunos. Se depararam com o escudo, e cometeram o suicídio. Não está identificado se um atirou”, enunciou o secretário.

O Governo de São Paulo indica que 10 pessoas morreram, entre as quais os dois atiradores. Outras nove pessoas foram feridas e foram encaminhadas aos hospitais.

Ainda segundo informa Campos, a sequência precisa dos fatos e de que maneira o crime aconteceu serão reconstituídos pela Polícia Civil. O secretário falou igualmente que os dois atiradores já haviam estudado na escola.

Ele pensa que os atiradores do massacre de Suzano conseguiram acesso ao local pois um deles, cujo nome é Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, havia estudado lá até o ano passado e os funcionários o conheciam.

“Provavelmente por causa do conhecimento [de Guilherme com] a coordenadora pedagógica, que foi a primeira atingida.”

O secretário Campos declara que, antes de chegar na escola, os atiradores já tinham atirado em uma locadora de veículos, atingindo um homem que era tio de um dos jovens. O homem recebeu o devido socorro, porém não resistiu e morreu no hospital. Entre as vítimas também estão duas funcionárias que trabalhavam na escola.

O comandante da Polícia Militar, coronel Marcelo Vieira Salles, falou que, no momento do ataque, o portão da escola encontrava-se aberto, e os atiradores foram recebidos pela coordenadora. Assim que eles chegaram no local, os jovens não estavam usando máscaras. “Atiraram na coordenadora e depois nos alunos.”

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