Politica

Venezuelanos protestam contra a ONU e em favor de Maduro

ONU exige o fim das violações de Direitos Humanos praticada por Maduro.

protestos a favor do governo maduro

Neste final de semana a Organização da Nações Unidas (ONU), divulgou um relatório onde exige o fim das violações dos direitos humanos na Venezuela, o que vem gerado diversos protestos por parte dos apoiadores de Nicolás Maduro, mesmo diante das claras situações no país.

O relatório foi publicado após a comissária da ONU, Michelle Bachelet, visitar o país. A revolta por parte dos chavistas vem chamando a atenção de muitas autoridades.

Em um comunicado oficial do número 2 dos apoiadores de Maduro, Diosdado Cabello, ele relata que o povoo rejeita todas as partes desse relatório que foi apresentado por Bachelet, condenando inclusive uma atitude que parece submissa, hipócrita e que a torna cúmplice de um regime que está lutando para derrubar Maduro o poder.

Os protestos seguem neste final de semana.

O que diz o relatório da ONU?

Este relatório sobre as condições da Venezuela e que exige o fim das violações de direitos no país, foi publicado na última semana por Michelle Bachelet, ex presidente do Chile e que agora faz parte da ONU.

Neste documento há uma denuncia de que principalmente desde 2016, o regime de Nicolas Maduro, assim como todas as suas instituições, criaram uma estratégia para reprimir, neutralizar e principalmente criminalizar a oposição política no país. Por lá quem critica o governo acaba sendo torturado ou sofrendo detenções arbitrárias.

O documento cita mais de 6800 execuções extrajudiciais através das forças de segurança da Venezuela. Número que compreende apenas o período do último ano.

Os venezuelanos acreditam que o relatório de Bachelet na verdade foi redigido pelo americano Elliott Abrams, colocando todos os argumentos sob suspeita na organização. Maduro não participou de nenhuma manifestação, mas através de seu Twitter disse que as mobilizações são extraordinárias.

Gregoria David que é a responsável pela equipe de distribuição de alimentos pelo governo venezuelano, o CLAP, disse que o relatório de Bachelet não diz nada do que a população está vivendo.

Capitão morto

Nas últimas semanas Bachelet também solicitou uma investigação transparente e imparcial sobre a morte do capitão venezuelano Rafael Acosta, que era acusado de conspirar para assassinar Maduro, mas que foi morto estando sob a custódia do governo.

Até agora pouco se sabe sobre esta história.

Foto divulgação: Carlos Garcia Rawlins

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