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Marcha para a Guerra! Maduro caminha com militares na Venezuela

Em meio a tensão de uma possível Guerra, Maduro demonstra poder ao caminhar com centenas de militares.

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Nesta quinta feira o atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, iniciou uma caminhada com milhares de militares pelas ruas de Caracas, após a conclamação das Forças Armadas sob a justificativa de mostrar poder e combater “golpistas” no país.

A marcha acontece logo após a tentativa de uma levante militar comandado pelo oposicionista e presidente interino reconhecido por dezenas de países, Juan Guaidó. Apesar de alguns militares terem se juntado a Guaidó, o levante foi considerado fracassado.

Em pronunciamento através da TV local, Maduro afirmou que já está em um combate e que o mais alto comando militar está do seu lado. Maduro ainda citou o seu lema “Leais sempre, traidores nunca…”, colocando ânimo em seus seguidores e afirmando que nem ele, nem seus homens devem temer as conspirações da oposição e também dos Estados Unidos.

Em uma de suas frases ele fala que ninguém deve ter medo e que chegou a hora de defender o direito à paz.

FOTO: Ministério Defesa da Venezuela

Comunicado no Twitter

Na conta oficial do presidente no Twitter, Maduro publicou o seguinte tweet:

@NicolasMaduro

Al llegar al Patio de Honor de la Academia Militar, fui recibido por los Comandantes de los Componentes de la #FANB y la Milicia Bolivariana, quienes en unidad monolítica están más leales que nunca a la Patria. ¡Fuerza y Liderazgo Compatriotas!

Em outro momento ele também cita que chegou a hora de combater, de dar um exemplo à história do país perante o mundo, onde a Venezuela conta com uma Forças Armadas leais, consequentes, unidas e cientes de seus atos. “Derrotaremos as intenções golpistas de traidores que se vendem aos dólares de Washington.

Levante Militar de Guaidó

Se em uma demonstração de força, Maduro conseguiu reunir 4500 militares, o levante liderado por Guaidó foi infinitamente mais fraco. Cerca de apenas 25 rebeldes acabam pedindo asilo na embaixada brasileira.

Outro que está ao lado de Guaidó é Leopoldo Lópes, que foi libertado da prisão domiciliar e que agora está refugiado no prédio do corpo diplomático espanhol.

Guaidó é hoje reconhecido como presidente interino da Venezuela por pelo menos 50 países. Diante dos fatos, alguns rebeldes acabaram se posicionando em uma das vias de acesso à Caracas, juntamente com Guaidó, onde juntamente com seus discursos contra o atual governo, solicitava que as Forças Armadas apoiassem a tomada do governo.

Houveram alguns focos de conflitos e quatro pessoas acabaram falecendo após o início do levante.

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