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Presidente dos Correios é anunciado e será Floriano Peixoto

O general da reserva, Floriano Peixoto, deve assumir a presidência dos Correios no Brasil

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Semana passada o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, demitiu o general Juarez Cunha da presidência dos Correios, porém Cunha só deixou o cargo nesta quarta-feira (19/06), um dia antes do feriado de Corpus Christi.

Para o seu lugar, Jair Bolsonaro deve nomear o atual Secretário Geral da Presidência, o general Floriano Peixoto Neto, pois já estaria acertado o futuro da empresa de distribuição pública, principalmente com relação a uma possível privatização.

Para justificar a demissão de Juarez Cunha, Bolsonaro disse que ele havia se comportado como sindicalista nos últimos meses, principalmente por se manifestar contra à privatização da estatal. A posição no cargo de presidente dos Correios, não agradou, principalmente pelo propósito de desvincular a estatal do governo, tornando-a em um órgão privado ou ao menos público/privado.

Quem é o General Floriano Peixoto?

O General Floriano Peixoto Neto começou na carreira Militar em 1973, onde após três anos (1976) finalizou a sua formação na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), no curso de arma de infantaria. Ele também foi paraquedista militar, a mesma função de Bolsonaro.

Ele chegou ao posto de General de Divisão, o penúltimo cargo na hierarquia do Exército, com três estrelas. Mas chegou à reserva no último mês de março de 2014.

Floriano Peixoto além de militar, também se formou em Administração de Empresas e tem MBA em Gerência Executiva. Conta com experiências nos Estados Unidos e na Suíça, onde na opinião de Bolsonaro é um nome bem capacitado para o cargo de presidência dos Correios.

Peixoto ainda participou, enquanto militar, de duas viagens na Missão de Paz das Nações Unidas do Haiti. Na primeira ele foi como oficial de operações e na segunda oportunidade como comandante das forças militares do País.

O último cargo de Floriano Peixoto no governo Bolsonaro, foi na Secretaria-Geral, onde atuava no lugar de Gustavo Bebianno, desde o último mês de fevereiro, quando o mesmo também foi demitido por ir contra as propostas do governo.

Correios

Peixoto tem um grande problema pela frente, visto que os Correios em praticamente todos os últimos anos, terminou com o seu saldo negativo no balanço geral.

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