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Patinetes elétricos causam acidentes nas principais capitais do país

Uma febre no país, os patinetes elétricos ainda não estão regulamentados.

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A onda de patinetes elétricos das empresas Grin, Yellow, Petrobras e outras está forte no Brasil. Todos os dias novos adeptos optam por subir em um destes patinetes, ler o QR code com o smartphone e fazer o seu percurso pelos principais centros urbanos do país.

Mas tudo o que se torna “febre” acaba trazendo consequências para a população. Como os patinetes motorizados ainda não contam com uma regulamentação apropriada, o que vem sendo notado é a grande quantidade de acidentes.

Muitos acabam abusando da velocidade, andam no meio das ruas, fazem conversões perigosas, atrapalham nas calçadas e tudo isso, na maioria dos casos, sem os devidos equipamentos de segurança.

O problema está nos usuários?

Apesar de ser um problema onde o usuário deve pilotar o patinete de maneira defensiva, devidamente equipado com os itens de segurança e sem realizar “manobras” arriscadas, há diversas regiões onde esses itens, que são inclusive explicados pelas empresas responsáveis pela distribuição dos patinetes, não são seguidos a risca.

Em breve as prefeituras irão avaliar formas de tornar o transporte “do futuro” mais seguro e de maneira que o usuário respeite as regras de utilização.

Rio de Janeiro

Somente no Rio de Janeiro, o números de usuários aumentou cerca de 1268% entre os meses de dezembro (2018) e abril (2019). No mesmo ritmo, dois dos principais hospitais próximos a orla de Copacabana e região, registraram cerca de 50 acidentes envolvendo os patinetes elétricos. Entre estes acidentes há casos mais graves onde o usuário chegou a fraturar membros.

Isso porque grande parte dos usuários não relatam sobre os acidentes ou chegam a buscar atendimento médico. No hospital São Lucas, os médicos relatam que a maioria dos casos são pequenas torções, escoriações, hematomas e algumas fraturas, sendo raro os casos mais complexos, onde a grande maioria não precisa de internação.

Como medida preventiva, o Rio já cogita que a Guarda Municipal possa patrulhar as ciclovias e outras regiões, utilizando inclusive os próprios patinetes.

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