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Em 2020 o Carnaval ainda fará parte da prefeitura do Rio de Janeiro

Sambódromo que seria transferido para o governo, deve permanecer sob a gestão da prefeitura.

Na manhã desta segunda-feira (18/11) a prefeitura do Rio de Janeiro, através de Marcelo Crivella, anunciou que o Sambódromo do Rio, continuará sob os comandos da prefeitura em 2020. A resposta acontece após algumas semanas de negociações com o governador Wilson Witzel.

Durante essas negociações estava em jogo a transferência da Passarela do Samba, onde não seriam repassados R$ 8,5 milhões do ministério do Turismo para Crivella.

O prefeito disse que esteve neste fim de semana com o ministro do Turismo. Para que a gestão continue com a prefeitura, ficou acordado que sejam feitas as obras que os bombeiros exigiram. Os próprios devem iniciar uma ajuda a partir desta segunda, para deixar seguro o ambiente.

Para que os recursos fossem repassados para a prefeitura durante o regime de recuperação fiscal, o Sambódromo deveria ser passado para o estado, mas para que isso acontecesse era preciso uma lei. Os vereadores não concordaram e então ficou do jeito que estava.

2020

Ainda talvez há o interesse do governador em desapropriar o sambódromo no próximo ano, mas ele vai precisar do suporte do governo federal. Em tom irônico pois Witzel está com “problemas” com Bolsonaro, Crivella sugeriu que isso poderia ser resolvido facilmente, apenas com uma ligação de Witzel para o presidente.

Prova de vida para servidores públicos a partir de 2020.

Hospitais do Rio de Janeiro

Porém o acordo não deveria ter acontecido apenas com relação ao Sambódromo, era para que as medidas de repasse de verbas também chegassem aos hospitais da Zona Oeste, Albert Schewitzer e Rocha Faria. Ambas participam de uma antiga briga entre os poderes municipais e estaduais.

A princípio é para que a prefeitura assine um convênio, onde serão repassados R$ 6 milhões mensais para atender ambos hospitais e mais uma verba de R$ 60 milhões para que possam ser feitos investimentos na infraestrutura de saúde pública no Rio de Janeiro.

Para Crivella esse repasse é pouco, mas é bem vindo. Com todos os recursos estaduais, será possível construir uma Coordenação de Emergência Regional (CER), dentro do Hospital Salgado Filho, algo que a muito tempo vem sendo pedido pela população carioca.

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