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China promete uma resposta agressiva às taxas dos Estados Unidos

Após uma sexta-feira de especulações, Estados aumenta tarifas e suspende acordo comercial.

Nesta sexta-feira, dia 10 de maio, o presidente americano Donald Trump suspendeu o acordo comercial com a China, onde irá aumentar a tarifação sobre diversos produtos chineses. A notícia não foi bem recebida por Pequim, causando uma tensão entre os principais líderes e cidadãos do país.

A resposta do presidente americano fará com que pequenos e grandes empresários e fabricantes do país, pague um preço imediato pela briga comercial. Isso porque grande parte dos produtos americanos contam com produção em fábricas da China, onde ao serem exportados sofrerão com as taxações.

Guerra Comercial EUA x China

O administrador da fábrica de malas Samsonite, Brook Chen, em uma entrevista a um jornal local, relatou que dois terços da produção é destinada a pedidos dos Estados Unidos. Durante este um ano de guerra comercial, os clientes americanos insistiram em preços reduzidos para que não houvesse aumento no preço final. A solução seria transferir a produção para o Sudeste Asiático, mas ele teme perder o acesso aos suprimentos fornecidos pelo país e também pela grande força de trabalho dos chineses.

Para Chen, todos perdem. Isso porque eles acabam perdendo os lucros e tendem a fechar, mas em contra partida os americanos também perdem, pois não conseguem encontrar alternativas baratas e de qualidade no mercado internacional, ficando dependente das produções chinesas.

Logo após Trump elevar as tarifas de US$ 200 bilhões em produtos provenientes da China, o governo reagiu de forma silenciosa prometendo retaliação, mas não se sabe quando, onde e como o Ministério do Comércio da China irá cumprir a promessa. Apesar das ameaças a China não tem solicitado o boicote a produtos americanos, toda a área de comunicação tem sido bem “pacífica” neste quesito.

Um artigo recente publicado por uma estatal chinesa, dizia:

“Se você quiser conversar, podemos conversar. Se você quiser lutar, nós vamos lutar. ”

Porém a tensão nas negociações não fizeram o mercado financeiro desistir da esperança de que haverá um acordo comercial benéfico para ambos.

Tarifas

Trump demorou para implementar as tarifas e a equipe responsável citou que eles só se aplicam a bens que saem da China a partir desta sexta-feira. Portanto as mercadorias oceânicas, como é conhecido aquelas que já estão em curso para os Estados Unidos, não devem ser atingidas pelos impostos de 25% nas próximas semanas.

Isso cria um prazo a mais para os chineses reagirem ao caso. Mas na próxima semana já devemos ver uma proposta bem completa pelo mercado chinês.

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