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Intervenção militar na Venezuela: Bolsonaro afirma que militares não desejam a ação

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse em uma entrevista na TV que as forças armadas do país não têm interesse em uma intervenção militar na Venezuela.

Bolsonaro, ex-capitão do Exército, também disse que não acreditava que o Brasil tivesse sofrido uma ditadura militar entre 1964 e 1985, porque as forças armadas haviam renunciado ao poder pacificamente.

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Os perigos de uma intervenção militar na Venezuela

De acordo com especialistas, uma intervenção militar na Venezuela pode ser de alto risco para a região. Ao menos por hora, o chamado Grupo de Lima descarta qualquer possibilidade de efetuar uma medida desse tipo.

Para os países pertencentes à América Latina, uma guerra de eleva intensidade poderia ser extremamente maléfico para o continente.

Um político da Venezuela declarou que essa decisão se constitui em uma grande vitória para o país.

Um conflito nessa região provocaria uma reação muito intensa em todos os países da região. Um dos líderes do partido da situação acredita que uma intervenção na Venezuela instigaria os povos vizinhos a se unirem contra as práticas imperialista, insuflando um movimento social de grandes proporções, sem falar em uma guerra civil que teria início em território venezuelano, mas se expandiria por todo o continente.

“[Uma intervenção] uniria todos os povos e o uso de tropas pelos Estados Unidos, mesmo dentro dos governos [aliados dos EUA], acabaria cedendo a um grande movimento social na América Latina, o que seria um derrota”, avaliou o líder do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

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