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Começa guerra cibernética entre Estados Unidos e Irã

EUA inicia guerra cibernética contra o sistema de inteligência iraniano.

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Nesta última semana os Estados Unidos, iniciaram uma guerra cibernética contra o Irã, algo que está ocorrendo desde a derrubada do Drone de Vigilância americano através dos mísseis terra/ar iranianos. Os ciberataques foram a solução para uma resposta rápida do governo dos EUA, logo após Trump voltar atrás em um ataque físico contra os revolucionários do país.

As informações dos ataques cibernéticos foi publicado pelo jornal The New York Times, onde a informação é de que os principais alvos desta operação é contra os agentes de segurança e também a área de inteligência do regime iraniano. O objetivo é descobrir se eles que estão por trás das explosões de dois petroleiros no Golfo de Omã.

Ataques cibernéticos

Essa investida contra o Irã teve também como objetivo colocar um fim ou pelo menos atrasar novos lançamento de misseis pelo país. O jornal informou que eles começaram na própria noite de quinta-feira (20/06), sendo a alternativa mais consciente contra o lançamento de mísseis americanos contra o Irã.

O clima é de muita tensão

Desde 2018, Estados Unidos e Irã vivem um relacionamento difícil, pois foi o ano em que Donald Trump resolveu abandonar o tratado nuclear com o Teerã. Em seguida o Irã prometeu também sair do tratado e aumentar a produção de urânio enriquecido, deixando suas reservas acima dos 300kg.

Neste mês ainda, dois petroleiros foram explodidos no Golfo de Omã, onde os EUA acusam o país pelo ataque. Então poucos dias depois, o drone de vigilância avaliado em 131 milhões de dólares foi derrubado pelo Irã.

Já neste último dia 22 de junho, o governo iraniano executou um ex-funcionário do Ministério da Defesa, que foi acusado de espionagem para a Agência Centra de Inteligência dos Estados Unidos, a CIA. Essas informações foram divulgadas pela própria rede de notícias do Irã. Ele foi executado à 50 quilômetros de Teerã e era conhecido como Jalal Hajizavar. Em sua casa haviam diversos equipamentos de espionagem e alguns documentos que comprovavam sua ligação com o serviço secreto, segundo a justiça iraniana.

O Parlamento do Irã, ainda contou com algumas autoridades na última reunião, que entoavam frases como “Morte à América”. Outro discurso comum nesta reunião é de que a “América é o verdadeiro terrorista, com a difusão do caos e o fornecimento de armas poderosas para os mais variados grupos terroristas..” O vice-presidente do Parlamento, Masoud Pezeshkian, ainda ironiza que os EUA tentam negociar, diante desta situação.

 

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