Esportes

Saiba quem é a primeira jogadora federada do Brasil que pode jogar torneios contra meninos

Foto: Divulgação/Site Oficial do PSG

Em uma entrevista exclusiva para a reportagem do TV é Brasil, a Júlia Rosado de Souza, a JujuGol, se tornou a primeira jogadora federada do Brasil a disputar torneios oficiais de futebol contra meninos. No Grau10, no Rio de Janeiro e no PSG, ela joga contra os meninos e pelo Centro Olímpico, em São Paulo, a JujuGol treina com meninas.

Hoje com nove anos, JujuGol explicou como aconteceu seus primeiros passos para se tornar jogadora de futebol: “Comecei a jogar futebol aos 4 anos de idade, mas foi aos 7 que saí da condição de aluna de escolinha para me tornar uma atleta federada. Daí pra frente, passei a treinar em alto rendimento diariamente, disputando competições com meninos federados todos os finais de semana. Com muita dedicação e humildade, meu objetivo é me tornar a melhor jogadora do mundo“, destacou.

No futebol feminino, Jujugol revelou quais são as jogadoras que são suas principais inspirações para se firmar na profissão: “Tem algumas jogadoras que admiro muito. A Marta é um símbolo, para mim, de uma atleta talentosa e vencedora. A Mônica, zagueira, também da Seleção Brasileira e do Orlando Pride, é um exemplo de dedicação e de humildade. Em relação a fazer gols, as que mais admiro são a tia Cristiane e a tia Andressa Alves. Elas fazem gols como ninguém, são super atacantes“, completou.

Durante a entrevista, Jujugol comentou quais são os seus principais sonhos como jogadora de futebol: “Tenho dois grandes sonhos! O primeiro é me tornar a melhor jogadora do mundo, vestindo a camisa do PSG feminino, quem sabe. Como disse antes, com muito treino e muita humildade, conquistando títulos por onde eu passar. O segundo, mas não menos importante, é poder ajudar de todas as formas possíveis o crescimento do futebol feminino. Tenho um desejo no meu coração de deixar um legado para a modalidade que tanto amamos e que tanto precisa da gente. Existem muitas meninas supertalentosas no Brasil que acabam não se tornando grandes jogadoras por não terem oportunidade. Temos que lutar por elas. Não posso pensar apenas em mim mesma“, concluiu.

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