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Luly Poynter fala detalhes da produção de “Vai Rebola”

Unindo gêneros musicais até então bem distintos, Luly Poynter estreia como produtora com a faixa “Vai Rebola” assinada pela gravadora portuguesa Less Is More. Com a participação de MC Bevick, a música é o resultado da junção entre a EDM e o funk brasileiro.

Focada no mercado europeu e baseada em solo suíço há dois anos, a DJ e produtora teve a iniciativa de combinar os estilos por entender que no exterior ambos estão em alta.

“Vai Rebola” é uma canção que abraça o big room, um dos braços da house music. Luana Carvalho, nome por trás do projeto, aliada aos vocais de MC Bevick deu para a produção um intercâmbio cultural que endossa a versatilidade sonora e de referências da artista.

Como foi o seu começo no meio musical?

Eu comecei desde criança, eu nasci em uma família de músicos e meu contato com a música basicamente veio desde sempre. Desde pequena eu já cantava, e fui me desenvolvendo no meio até que aos 18 anos decidi me tornar DJ.

Foto: Divulgação/Sincronias

Recentemente você fez sua primeira estreia como produtora da música “Vai Rebola”. Como foi assumir essa nova função nesse projeto?

Foi definitivamente incrível, costumo dizer que tudo isso foi um divisor de águas para minha carreira… O lançamento da minha primeira música me deixou super realizada, e fiquei super feliz com toda a receptividade que ela teve atingindo mais de 100k de plays nas mídias sociais.

Durante esse trabalho, você pode trabalhar um pouco ao lado do MC Bevick. Pode falar um pouco da experiência de vocês?

O processo de criação de Vai Rebola foi um processo bem longo pra ser sincera, foram 3 meses trabalhando na criação dessa track… Eu estava em busca de alguém pra cantar na minha música, alguém que realmente encaixasse, e quando eu vi o trabalho do Bevick imediatamente fiz o convite pra ele cantar na minha faixa, e ele adorou a ideia e aceitou. O Bevick é um artista incrível, e trabalhar com ele foi super bacana, ele além de super talentoso e é uma pessoa super bacana.

Foto: Divulgação/Sincronias

“Vai Rebola” nasceu de uma mistura de dois gêneros diferente, o EDM e o funk brasileiro. O que a fez chegar nessa combinação?

A ideia da música é trazer um pouco do Brasil para cá, para a Europa, como menciona o MC Bevick no começo da faixa. Eu aproveitei que agora, no cenário da música eletrônica, grandes artistas como o Quintino, o Kura e o Sunnery James & Ryan Marciano vêm misturando o som deles com elementos de estilos brasileiros em seus sets, em especial o funk. Eu quis fazer parte dessa vibe!

Há dois anos atrás, você vem tentando investir no mercado europeu, acredita que exista um bom potencial para a indústria na Europa?

Sim, com certeza. Aqui nós estamos na maior “potência” quando se trata de música eletrônica. Eu me mudei pra Europa pra ficar mais imersa nesse mundo, e acredito que foi uma das melhores coisas que fiz.

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