Economia

Taxa extra para voo internacional deve acabar no governo Bolsonaro

Com medida proposta, tarifa de embarque deve ser 50% menor.

taxa de embarque internacional chega ao fim

Uma ótima notícia nesta segunda-feira (28/10) para quem é acostumado a realizar viagens internacionais. A taxa extra cobrada em todos os voos internacionais deve chegar ao fim no governo de Jair Bolsonaro.

O anúncio do fim da tarifa que é cobrada há 20 anos dos brasileiros foi feito por Tarcísio Gomes de Freitas, o atual ministro da Infraestrutura.

Segundo Tarcísio essa decisão fará com que a tarifa de embarque internacional chegue a cair pela metade. Esta era uma cobrança embutida na tarifa de embarque, equivalente a US$ 18, cobrada em todos os destinos internacionais, independente de qual fosse.

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Imposto e mais imposto

O ministro da Infraestrutura disse que esta taxa extra foi criada em 1999 para recompor a dívida mobiliária da União, mas mesmo após alcançar a meta, ela acabou permanecendo. “Mas isso deve ser resolvido em breve!”.

Após suprir a necessidade de União, a taxa hoje serve de abastecimento do Fundo Nacional de Aviação Civil, a FNAC, que é responsável por financiar supostas melhorias na área de infraestrutura aeroportuária.

Embarque internacional

Hoje uma taxa de embarque internacional está variando de R$ 106,76, no aeroporto de Natal (NAT) a R$ 122,20 no aeroporto de Galeão no Rio de Janeiro (GIG). Os US$ 18 ficam com a FNAC e o restante da taxa acaba ficando para a empresa responsável pela administração dos aeroportos.

Se a taxa for cortada nos próximos dias, o governo deixa de arrecadar com esta parte, só havendo a necessidade dos passageiros pagarem a taxa referente aos valores das empresas. Na prática os valores devem ficar pela metade, algo excelente para o cidadão.

Low cost no Brasil

Essas e outras medidas apesar de parecerem dificultar a arrecadação da União, além de agradar aos brasileiros, pode se tornar um grande incentivo para a entrada de companhias aéreas low cost, as famosas “baixo custo”. Quanto mais empresas interessadas em atuar no Brasil, mais baratas as passagens aéreas devem ficar.

Hoje o Brasil conta com uma média de 120 milhões de passageiros anuais, distribuídos entre 140 cidades. A meta até 2025 é que o país chegue a transportar 200 milhões de passageiros através do aéreo brasileiro, em cerca de 200 regiões.

Muitos dos aeroportos estão sendo transferidos para setores privados, tirando a carga do governo. Cerca de 41 aeroportos devem estar na iniciativa privada até 2022 com um total de 63.

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