Economia

Britânicos estão interessados em comprar Polo Garoupa da Petrobras

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As empresas britânicas Premier Oil e Trident Energy ao que tudo indica estão bem interessadas na compra do Polo Garoupa, um conjunto de campos petrolíferos da Petrobras.

O governo vem apostado nos leilões de petróleo, mas apenas a própria Petrobras e empresas chinesas adquiriram as opções colocadas à venda.

Pode ser que nenhuma das empresas do Reino Unido venham adquirir os campos marítimos da Bacia de Campos, que estão condicionados aos termos que a Petrobras permitem, mas há uma grande possibilidade das negociações acontecerem nos próximos dias.

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Uma das empresas de petróleo do Brasil, a Petro Rio, também está avaliando quais os benefícios em adquirir o Polo Garoupa. Isso porque a venda não deve ter fase não vinculante.

Segredo de estado

Todos aqueles que se interessarem pela aquisição dos campos de petróleo, precisam assinar termos de confidencialidade, onde todas as negociações são discutidas internamente e com a própria Petrobras.

É possível que sejam criados consórcios para dirigir os negócios. Segundo informações o próximo passo será o envio de ofertas vinculantes.

Essas ofertas estavam programadas para acontecer neste mês de dezembro de 2019, porém elas acabaram sendo adiadas para o próximo mês de março de 2020.

Polo Garoupa

A Petrobras informou que no último ano até agosto, o Polo Garoupa foi capaz de produzir 19.600 barris de petróleo por dia. Com estes números ele é hoje o maior ativo de produção na atual ação de desinvestimentos da estatal.

Porém este ativo pode encontrar dificuldade no leilão pois trata-se de uma infraestrutura muito antiga, pois está em atividade desde 1970 e precisaria de uma reformulação total.

Outro impedimento seria o fato da localização ser em um ponto de transbordo de gás natural. Ao ser transportando por baixo do mar, as operações podem se complicar no quesito de exploração e distribuição, pois os compradores poderiam estar sujeitos a penalidade.

A Petrobras quer reduzir sua dívida nos próximos cinco anos e para isso está trabalhando no desinvestimento de até 30 bilhões de dólares neste período.

Já foram vendidos diversos campos de petróleo e a proposta para 2020 é desinvestir em campos com maior porte de produção.

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