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CARTOGRAFIA NA ESCOLA PGM 4 – ATLAS ESCOLARES Janine Gisèle Le Sann1 Rosângela Doin de Almeida2 Um Atlas pode ser definido como uma publicação formada por um conjunto de mapas acompanhada, ou não, de diagramas, textos explicativos, glossário, bibliografia e outros documentos anexos, tais como bandeiras, informações a respeito de alguns países ou orientações sobre como usá-lo. Os Atlas podem ser mundiais, regionais, nacionais, escolares ou ainda, temáticos (climático, de vegetação, da fauna...). Valéria Aguiar, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, fez uma pesquisa sobre Atlas geográficos. Ela os define assim: “Os Atlas geográficos vinculam-se a uma interface entre Geografia e Cartografia e sua definição usual é a de uma coleção ordenada de mapas com o propósito de representar um dado e expor um ou vários temas.” Os
Atlas escolares fazem parte das listas dos materiais a serem comprados
pelas famílias dos estudantes, tanto no Ensino Fundamental, quanto no
Ensino Médio. O Atlas escolar serve como apoio ao ensino nas aulas de
Geografia e no desenvolvimento de trabalhos. Valéria Aguiar salienta que
os Atlas escolares apareceram no século XIX com a inclusão da Geografia
nos currículos escolares. Porém, “na
maior parte das vezes, ele ainda é um peso na mochila”,
comenta. Isto porque muitos professores ainda não sabem utilizar esse
precioso instrumento para enriquecer suas aulas. Em
seu Atlas Général, publicado na França em 1894, Vidal de la
Blache já tinha incluído encartes e diagramas em grande quantidade e
dado orientações para trabalhar com a obra: “Eu procurei, nesse trabalho, reunir sobre cada lugar, o conjunto das indicações necessárias para se obter uma visão razoável. O mapa político da região a ser estudada é acompanhado de um mapa físico: eles se aclaram um ao outro e encontram um complemento em mapas ou figuras esquemáticas, para os quais a Geologia, a Climatologia, a Estatística serviram de tema. Esta espécie de dossiê constituído, de acordo com o caso, de maneira mais ou menos completa, tem por objetivo colocar sob os olhos do observador o conjunto dos traços que caracterizam um lugar, a fim de permitir ao espírito o estabelecimento de uma ligação entre eles. É, com efeito, nesta ligação que consiste a explicação geográfica de um lugar.” Assim,
a concepção de um Atlas que facilite as comparações e, conseqüentemente,
o entendimento e o conhecimento do espaço geográfico, não é nova. É
apenas, ainda pouco conhecida, apesar das publicações de Atlas de boa
qualidade disponíveis no mercado brasileiro (ver bibliografia). Os
professores podem achar orientações sobre como trabalhar com mapas no
programa 3 desta série, desenvolvendo com seus alunos o hábito de ler,
analisar e interpretar os documentos gráficos contidos nos livros didáticos
e nos Atlas: o método é o mesmo, apenas requer um pouco de dedicação
para extrair o maior número de informações dos documentos preparados
pelos seus autores, para facilitar a correlação das informações
analisadas pelos usuários dos mapas e Atlas. Ensinando com Atlas geográfico Apresentamos,
a seguir, algumas idéias para o ensino com Atlas geográficos. Como todo
compêndio, um Atlas apresenta uma organização dada por seu conteúdo.
Os Atlas trazem, geralmente, uma seqüência de pranchas que apresentam
mapas temáticos, partindo de planisférios para mapas continentais e,
depois, regionais. Então, o trabalho didático com Atlas deve começar
por levar os estudantes a aprender como “entrar”
em um Atlas e saber o que podem encontrar aí. Os mais completos possuem
um índice analítico que possibilita localizar rapidamente o que se
deseja, indicando um nome, a que se refere, em que país fica, a página e
a quadrícula onde se encontra. Por exemplo, a seqüência “Guaratuba
Cid BRA (PR) 109 3B”
pode ser assim entendida: “Guaratuba
Cid”
significa que é o nome de uma cidade; “BRA
(PR)”
refere-se ao Brasil (estado do Paraná); 109 é o número da página onde
se encontra essa cidade e 3B indica em que quadrícula. As
práticas de sala de aula devem possibilitar aos alunos: u aprender a manusear o Atlas, iniciando pela consulta do índice; u identificar as diferentes seções e seu conteúdo; u perceber que o Atlas apresenta primeiro mapas de toda a superfície da Terra, depois mapas que abrangem áreas menores, como continentes, países e regiões; u comparar mapas e estabelecer relações entre eles; u perceber a distribuição geográfica dos fenômenos ou dos dados mapeados. Uma
sugestão de atividade interessante e simples é pedir para os alunos
formarem grupos, usando vários exemplares do mesmo Atlas. Eles devem
abri-los nas páginas que apresentam os seguintes mapas políticos:
planisfério, continente americano, América do Sul, Brasil, mapa da região
brasileira onde se localiza a cidade na qual os alunos moram. Os alunos
devem justapor os Atlas nessa seqüência e discutir as seguintes
perguntas: O que acontece com as áreas abrangidas, do primeiro para o
último mapa? O que acontece com os detalhes apresentados em cada um dos
mapas? Irão perceber que os detalhes aumentam conforme a área
abrangida diminui. Por exemplo, no mapa regional é possível ver cidades,
rios, estradas etc. que não apareciam nos mapas anteriores. Isso é
chamado de generalização cartográfica, que consiste na relação
entre a área abrangida pelo mapa e a quantidade de informação que ele
apresenta. Esse conceito está vinculado ao de escala, isto é,
quanto mais uma área é reduzida, menos detalhes podem ser incluídos e
maior é a área abrangida pelo mapa. Em
1997, Valéria Aguiar chamava a atenção da comunidade científica para a
necessidade de produzir Atlas locais e municipais para atender às
necessidades de trabalhar os conceitos geográficos, partindo do espaço
vivido pelo aluno. Escreveu que, apesar dos “(...) consideráveis avanços qualitativos e a gradativa ampliação da produção de Atlas escolares no Brasil, entretanto, faz-se mister considerar que ressentimos ainda, de estudos que apresentem propostas pedagógicas concernentes aos Atlas escolares e à ampliação de trabalhos que possibilitem às crianças lidarem com mapas de sua cidade, de seu município e de seu estado...” Nesse sentido, diversos professores e pesquisadores elaboraram Atlas locais. Desde o início da década de 1990, vários foram os Atlas municipais escolares produzidos no Brasil:
Fonte: Quadro elaborado a partir do quadro da página 106 de: FELBEQUE, Rosilene. A Cartografia no Ensino Fundamental no Brasil e no Québec/Ca: O Atlas Escolar como um instrumento para o desenvolvimento do potencial didático da Cartografia. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2003. (Dissertação de mestrado) Com
a intenção de contribuir para que outros também desenvolvam Atlas para
sua cidade, apresentaremos duas experiências brasileiras de produção de
Atlas escolares locais. Atlas Escolares Municipais Interativos A
primeira corresponde a um projeto desenvolvido na Universidade Federal de
Minas Gerais, com o objetivo de elaborar Atlas escolares para municípios
do Vale do Jequitinhonha. A proposta metodológica dos Atlas Escolares
Municipais Interativos destina-se aos alunos de 3a
e 4a
séries do Ensino Fundamental de escolas municipais. Portanto, as informações
são apresentadas de maneira simples. Usa-se uma linguagem adequada às
crianças. Procura-se introduzir os conceitos básicos da Geografia e da
Cartografia, aplicando-os à realidade do município. Os dados são os
mais atuais possíveis e os tratamentos são explicados passo a passo. O
aluno é convidado a participar da elaboração do Atlas, complementando
os exercícios propostos com dados pesquisados por ele mesmo. A
participação efetiva do aluno é necessária para que ele tenha um
aprendizado real dos conceitos e informações trabalhados. O
Atlas é composto de três partes: Na
primeira, apresenta-se inacabado um conjunto de pranchas sobre os bairros
da sede e as localidades. O aluno participação efetiva no processo de
construção do conhecimento porque, em cada prancha, é convidado a
buscar respostas, pesquisar informações complementares e verificar a
exatidão daquelas apresentadas na prancha. As pranchas podem servir de
suporte para um trabalho diferente de uma turma para outra. O professor
tem autonomia para criar e desenvolver seu trabalho, com seus alunos, em
função dos interesses diversos e da criatividade de cada um. Na
segunda, as pranchas trazem informações variadas e atualizadas sobre o
município. O professor pode utilizar as pranchas da maneira que julgar
mais oportuna, mudando, eventualmente, a ordem, em função do interesse e
do andamento da turma. Podem
ser desenvolvidas pesquisas paralelas e complementares, sobre os assuntos
tratados. Por exemplo, no decorrer do estudo do tema população, o
professor pode trabalhar os conceitos: população, crescimento natural,
migração, etc. a partir de uma pesquisa feita pelos alunos, na família,
na rua ou no bairro no qual moram. Na
terceira, são dadas orientações precisas de como trabalhar
paralelamente ao Atlas, desenvolvendo pesquisas, organizando trabalhos em
campo, elaborando questionários e diagramas. Este
material é, apenas, um suporte para o trabalho do professor junto à sua
turma. A criatividade e a liberdade de expressão e de discussão são
fundamentais num processo de construção de conhecimentos, vindo de uma
interação entre o professor e seus alunos. A
metodologia de trabalho oferecida ao professor é baseada nos seguintes
princípios: u partir dos conceitos básicos para organizar uma seqüência pedagógica sob a forma de árvores lógicas; u partir dos conhecimentos das crianças; u ampliar a escala de compreensão do espaço, através da leitura e análise de espaços próximos, familiares e concretos (sala de aula, escola e bairro), passando à conceitualização dos espaços distantes, desconhecidos e abstratos (outros bairros, municípios, zona rural ou urbana); u oferecer informações atualizadas como suporte para a construção do conhecimento; propor técnicas de representação, análise e comunicação das informações adaptadas ao nível dos alunos; u diversificar os recursos didáticos ao máximo, para propiciar uma efetiva participação da criança na elaboração do conhecimento. Além
de possibilitar o acesso a informações atualizadas, o objetivo principal
deste Atlas é levar o aluno a formar opiniões e tomar atitudes como
futuro cidadão responsável, através do conhecimento do espaço no qual
vive. Para tanto, os objetivos específicos são de levar o aluno a: u perceber, representar e conhecer o espaço no qual vive; u analisar, tratar e interpretar dados provenientes de suas observações, de registros estatísticos ou de qualquer outra fonte de informação; u exercitar o raciocínio lógico, respeitando os diversos pontos de vista; u formar opiniões e tomar atitudes como cidadão responsável. Desenvolvimento de Atlas escolares por professores A
segunda experiência corresponde a um projeto de pesquisa colaborativa
realizado por professores do Ensino Fundamental e por pesquisadora da
Unesp (Campus de Rio Claro). A equipe de trabalho foi formada por três
professores de Rio Claro (um de História, um de Geografia e outro de Ciências),
três professores de Limeira (das mesmas áreas/disciplinas), uma
professora de História de Ipeúna, uma coordenadora pedagógica e uma
professora de Geografia que desenvolveu temas sobre Sensoriamento Remoto. A
construção desses Atlas levou o grupo a elaborar coletivamente uma
concepção de Atlas, de escola e de lugar, realizada durante seminários
semanais. Ainda que não se admita um Atlas como depositário de todo
conhecimento “verdadeiro”
a respeito do município, ele deve trazer conhecimentos com referência
confiável, oriunda de pesquisas ou de dados obtidos em órgãos
credenciados. Nesse sentido, os professores foram levados a se aproximar
de conhecimentos em Cartografia e a discutir os conteúdos curriculares da
área específica de sua formação. De
início, foi estabelecido, pelos professores autores, que um Atlas local não
deveria se destinar ao ensino de conceitos cartográficos, o que já é
objeto de diversas publicações. Também não deveria trazer propostas de
atividades, por entenderem que estas são atribuições do professor. Com
relação à concepção gráfica, o grupo, após o estudo de
diversos Atlas escolares, chegou a um consenso: o tamanho das páginas
seria de dimensão A4; os temas seriam representados em páginas duplas,
sendo que os mapas deveriam ficar na página direita e os textos na página
esquerda (de acordo com o sentido de leitura da esquerda para a direita);
os mapas, dada a dimensão dos municípios, teriam escala aproximada de 1:
200.000. A
disposição dos elementos nas páginas foi decidida levando-se em conta
que as fotografias são mais atraentes, por isso deveriam abrir o tema e
serviriam de “ponte”
para os textos. O tema completar-se-ia com o mapa, de tamanho maior,
ocupando toda a página direita. Esta diagramação favoreceria a leitura,
conduzindo o olhar, no sentido da esquerda para a direita. Nos temas de
História, decidimos incluir uma cronologia (linha do tempo), que funciona
como eixo para a leitura. A
página temática é dupla, seu título aparece na margem superior
esquerda, sendo o mesmo do mapa, que fica na página direita, porém o título
não é repetido no mapa. Era necessário apresentar a área urbana em
escala de detalhe (1:12 000), de modo a permitir a localização das
escolas. Foram usados símbolos pictóricos para essas implantações,
pois os professores insistiam em dizer que os alunos gostam de “procurar
os símbolos no mapa”.
Alguns mapas construídos para os temas de História pretendiam apresentar transformações do espaço sofridas durante um período. Por exemplo, devido à penetração das expedições de aprisionamento de índios cada vez mais para o interior, o território da Capitania de São Paulo, durante o século XVII, expandiu-se para o Sul, para o Oeste e o Norte. No século XVIII, a descoberta do ouro levou ao desmembramento sucessivo de novas capitanias, reduzindo o território que, em 1853, ficou com os atuais contornos do estado de São Paulo. Esse processo foi apresentado por meio de uma coleção de mapas que mostram o desmembramento do território paulista durante esse período (ver figura a seguir).
É
interessante notar que o “desenho”
cartográfico dos Atlas aconteceu junto com a elaboração de seu conteúdo.
De maneira que, ao estabelecer o que se desejava dizer também se definiu
como deveria ser dito. No exemplo acima, a sucessão do desmembramento do
território paulista de 1709 a 1853 foi “escrita”
por meio de uma seqüência de mapas, o que permite visualizá-la, mais do
que lê-la. A
seleção dos temas a serem abordados nos Atlas passou por diferentes
momentos, porém a identidade do lugar tornou-se o eixo norteador
do recorte temático. Diversas questões passaram a compor um quadro de
referência para a configuração desse recorte. Foram definidas questões
chave, cuja abordagem consistiu no que denominamos argumento
explicativo, legível por meio das representações das páginas
dos Atlas. O
desenho de cada página temática buscou, portanto, possibilitar ao aluno “ler”
o argumento em níveis de compreensão
cada vez mais complexos. Um primeiro nível consiste no entendimento geral
(mais sincrético) do tema; depois pode passar à leitura de distintas
representações, feitas por meios cartográficos, iconográficos ou
textuais; chegando à síntese, obtida por meio das relações
estabelecidas entre as diferentes representações. Esses níveis de
leitura definiram o que foi considerado como legibilidade da
página. Dessa maneira, os alunos poderiam entrar no tema pelo título,
dirigindo-se para a leitura das imagens (fotos ou gravuras), passando para
os mapas, gráficos e textos. Mesmo sem grande domínio da linguagem
cartográfica, poderiam ter uma noção a respeito do tema abordado. Os
focos temáticos partiram das áreas curriculares: Geografia, História e
Ciências, iluminando conteúdos, até então, ausentes dos textos de
ensino, uma vez que não se dispunha de quaisquer materiais organizados a
respeito do município com fins didáticos.
Os professores do grupo teceram um pano de fundo para a abordagem
temática dos Atlas, de modo a dar certa unicidade ao material, ainda que
a especificidade das áreas fosse mantida. Retomando o currículo escolar,
segundo a visão do grupo, emergiram entre os conteúdos: a formação
territorial, em História, a urbanização e a vida nas cidades, em
Geografia, e as questões ambientais urbanas, em Ciências. O grupo
decidiu ainda que seria necessário incluir um tema sobre o uso de imagens
obtidas por satélites, pois as imagens permitem identificar diferentes
usos do território, como a ocupação rural e urbana, e construir mapas. Ainda
restam muitos detalhes a considerar a respeito da produção desses Atlas:
como foram produzidas as bases cartográficas, suas fontes e as técnicas
usadas, bem como as dificuldades e soluções encontradas. Cabe dizer que
está sendo realizada uma pesquisa com os autores dos Atlas e outros
professores do Ensino Fundamental, com o objetivo de investigar as práticas
para o ensino com esse material didático. Bibliografia: ALMEIDA, R. D. de & OLIVEIRA, A. R. O estudo da localidade através de atividades com mapas municipais no ensino de Geografia. Ciência Geográfica, Bauru, ano VI, v. II, n° 16, p. 71-74, maio/ago. 2000. AGUIAR, V.T.B., Valéria. Os Atlas de Geografia: Peso na mochila do aluno? In: Revista Geografia e Ensino, Belo Horizonte, v. 6, n. 1. p. 39-42, 1997. LESANN, J. G. Mapa - um instrumento para apreender o Mundo. Anais do II Colóquio Cartografia para Crianças. In: Revista Geografia e Ensino, Belo Horizonte, v. 6, n.1. pp.25-30, março de 1997. ____________ Dar o peixe ou ensinar a pescar? Do papel do atlas escolar no Ensino Fundamental. Anais do II Colóquio Cartografia para Crianças. In: Revista Geografia e Ensino, Belo Horizonte, v. 6, n.1. pp.31-34, março de 1997. Atlas escolares gerais: FERREIRA,
Graça Maria Lemos; MARTINELLI, Marcello. Atlas geográfico. Espaço
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Bernadete Maria et al. Atlas Escolar Ijuí. Editora UNIJUÍ, 1994. FABRI, Sérgio M. et al. Atlas Municipal de Morretes. Morretes: Universidade de Tuiuti, 2000. RIO DE JANEIRO. Prefeitura Municipal. Atlas Escolar da Cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Educação, Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, Gráfica da Cidade, 2000. Atlas Escolares Municipais Interativos (projeto UFMG): LESANN, Janine Gisèle; LIMA, Kátia Victória de; CAMPOS Ewerton. Atlas Escolar de Itamarandiba. Itamarandiba: Prefeitura de Itamarandiba, 2002. LESANN, Janine Gisèle; GUADALUPE, M de C.B.; MEIRELES, M. Atlas Escolar de Lagoa da Prata. Lagoa da Prata: Prefeitura Municipal de Lagoa da Prata, 2002. LESANN, Janine Gisèle; AMORIM, A. N. de C.; DIAS, G.M.; CARVALHO, E. M. de O. Atlas Escolar de Brumadinho. Belo Horizonte: Prefeitura Municipal de Brumadinho, 2002. LESANN, Janine Gisèle; MASCARENHAS, Isis Rodrigues; GRUPPI Francisco Carlos Fonseca; PAIXÃO, Eva Maria. Atlas Escolar de Padre Paraíso. Teófilo Otoni: Prefeitura Municipal de Padre Paraíso, 2002. LESANN, Janine Gisèle; COELHO, Ana Maria Simões. Atlas Escolar de Datas. Belo Horizonte: Editora Pergaminho, 2002. LESANN, Janine Gisèle; LOPES, Conceição Lima; SOUZA, Maria Cristina de; PEREIRA, Maria de Lourdes Diniz. Atlas Escolar de Pedro Leopoldo. Pedro Leopoldo: Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo, 2000. LESANN, Janine Gisèle; COELHO, Ana Maria Simões; MOURA, Ana Clara Mourão. Atlas escolar de Presidente Kubitschek. Belo Horizonte: Editora Pergaminho, 2000. LESANN, Janine Gisèle; MOURA, Ana Clara Mourão; ALEXANDRE, J. S. Atlas escolar de São Gonçalo do Rio Preto. Diamantina: Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Rio Preto, 1998. LESANN, Janine Gisèle; MOURA, Ana Clara Mourão. Atlas escolar de Santo Antônio do Itambé. Diamantina: Prefeitura Municipal de Santo Antônio do Itambé, 1998. LESANN,
Janine Gisèle; SILVA, Míriam Aparecida Bueno, MOURA, Ana Clara Mourão. Atlas
escolar de Gouveia. Diamantina: Prefeitura Municipal de Gouveia, 1997.
2a ed., 1998. 3a ed., 1999. LESANN, Janine Gisèle; FERREIRA, Soraya Aparecida. Atlas escolar de Contagem. Contagem: Perform Ltda, 1996. NOTAS: 1 Universidade Federal de Minas Gerais. Representante do Brasil na Comissão de Cartografia para Crianças da International Cartographic Association. 2 Professora Adjunta do Departamento de Educação da Unesp, Campus de Rio Claro.
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