PGM 5
– Nas
Relações ambientais
Complexidade
nas Relações Ambientais
Elizabeth
da Conceição Santos*
Uma
inquietação constante provocada pela visão reducionista da questão
ambiental tanto a visão divulgada pela mídia quanto a que é
abordada pelos sistemas educacionais tem impulsionado um profundo
envolvimento na busca de alternativas que permitam uma reflexão crítica
da realidade. Essa reflexão deverá fomentar mudanças individuais e
coletivas, principalmente na população dos países ditos emergentes, de
modo a minimizar as desigualdades estabelecidas em nível planetário.
A desarticulação do componente social e a redução do tratamento
ambiental ao meramente ecológico vêm respondendo, em parte, ao esquema
positivista da ciência e do conhecimento, impedindo uma adequada
compreensão das complexas e múltiplas expressões dos fenômenos da
realidade. Qualquer situação ambiental é, em si mesma, muito complexa,
em razão de suas causas, da natureza dos agentes que a originam, da própria
dinâmica ambiental. Sua abordagem requer o concurso de diferentes áreas
do conhecimento.
Associe-se a isso a postura dos países “desenvolvidos” em relação
aos “emergentes”, agravando o estado do planeta numa exploração
desigual que inviabiliza um processo de comprometimento da humanidade com
o Meio Ambiente, entendido em sua complexidade e totalidade, considerando
os fatores sociais, econômicos, políticos, culturais e ecológicos.
A multiplicidade de fatores que compõem o Meio Ambiente, aliada à
diversidade de inter-relações, é suficiente para inferir um juízo
sobre a complexidade da dimensão ambiental que tem emergido como uma
crise de civilização. A constatação dessa crise não é, nem deve ser,
tão-somente a do conflito. Deve impulsionar a capacidade para colocar em
jogo todo o potencial criativo dos seres humanos, para entender que, numa
perspectiva complexa, a realidade que emerge como problemática é
qualitativa e quantitativamente mais grave que a acumulação de
problemas; é o resultado da interação entre todos eles, em um cenário
dominado pelas atuações humanas, cujos eixos legitimadores, nos campos
ético e social, têm-se mostrado ineficazes.
A questão ambiental contemporânea – a complexidade dos problemas nos
desarma
A problemática ambiental contemporânea tem emergido como uma crise de
civilização. Crise que tem sido atribuída a diferentes fatores,
associados às visões que se sobrepujam na ótica daqueles que se detêm
a analisar as sociedades e suas relações. No conjunto da crise global,
que caracteriza nosso histórico momento atual, a ambiental é a mais
complexa porque se origina não só como conseqüência do modelo
civilizatório dominante, mas também porque agrava, dentro de um ciclo
danoso, os impactos negativos da própria globalização. Desta forma, a
crise ambiental é uma questão de sobrevivência, principalmente, para os
países do Sul; no Norte ela se define como ameaça à qualidade de vida.
A constatação da crise remete à certeza de que a situação exige uma
posição de todos, e todos estão obrigados a responder, como
pesquisadores, como educadores, ou como, simplesmente, cidadãos.
Enfrentar o desafio é
imprescindível, seja qual for o plano em que se situe o indivíduo. Um
dos elementos positivos da crise é a capacidade em estimular todo o
potencial criativo do ser humano; sua força provocadora para possibilitar
o surgimento de novas idéias e pôr em prática novas condutas.
Morin, Bocchi & Ceruti (1996:22-23), ao refletirem sobre os problemas
de final de século, assinalam que:
“Estamos
numa era agônica, de morte e de nascimento, onde como nunca até hoje
as ameaças convergem sobre o planeta, a sua biosfera, os seus seres
humanos, as nossas culturas, a nossa civilização. O mais trágico, ou
cômico, é que todas estas novas ameaças (desastres ecológicos,
aniquilamento nuclear, manipulações tecnocientíficas, etc.) provêm
dos próprios desenvolvimentos da nossa civilização”. (...) Trata-se
atualmente de controlar o desenvolvimento descontrolado da nossa era
planetária. A Terra-Pátria está em perigo. Estamos em perigo, e o
inimigo, podemos finalmente apreendê-lo hoje, não é outro senão nós
próprios.”
Certamente,
as alterações ambientais não constituem um subproduto exclusivo das
sociedades modernas. As alterações ambientais existem ao longo da história
das civilizações, desde o momento em que o ser humano começou o seu
inacabado processo de hominização, distanciando-se dos ciclos naturais.
O que ocorreu é que, na etapa inicial, a capacidade desestabilizadora do
ser humano não superava o poder de restauração e reequilíbrio dos próprios
ciclos naturais. As idéias acerca da inesgotabilidade da natureza, da sua
infinita capacidade de recuperação e de sua perdurável auto-regulação
eram preponderantes.
A problemática ambiental começa a aparecer, no horizonte das preocupações
do homem moderno, a partir da década de 70, do século passado, com a
advertência da extinção das espécies, dos graves problemas da
contaminação, da presença de resíduos tóxicos, dos depósitos de
metais pesados em arrecifes coralinos, da destruição de ecossistemas
inteiros, etc. E é com isto, ao tomar consciência de que a natureza não
é inacabável e infinita, que começa a constituir-se o primeiro campo de
significações para desencadear um processo de mudança (Gaudiano,
1997:16).
Em 1972, aparece o Informe do Clube de Roma sobre os limites do
crescimento – The Limits to Growth – questionando, abertamente,
pela primeira vez, o progresso vinculado à exploração ilimitada dos
recursos do planeta; abriu-se um profundo debate, que foi, então,
contestado por muitos. Hoje, trinta anos depois, são menos os
contestatários,
quando o próprio Clube de Roma continua aportando dados sobre as dimensões
do problema – La primeira revolución global – o que vem situar
o debate em um momento crucial para o futuro da vida sobre a Terra (Martín-Molero,
1996: 40-41).
No período inicial de estudos sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento,
que antecedeu à Conferência de Estocolmo de 1972, multiplicaram-se as
tomadas de posições categóricas, e diametralmente opostas, em favor
de uma ou outra, das seguintes teses:
– economismo selvagem – a deterioração do Meio Ambiente
constitui uma conseqüência inevitável do crescimento econômico, da
industrialização e do desenvolvimento urbano, um preço do progresso que
se deve pagar, evitando que os estragos não superem o limite tolerável;
– ecologismo sem limites – a desconfiguração do planeta, as
modificações irreversíveis do clima, as contaminações de diversas
origens e esgotamento dos recursos não renováveis põem em perigo a
sobrevivência da civilização, reduzindo a qualidade de vida, até tal
ponto que seria melhor sacrificar o crescimento em favor do Meio Ambiente,
pôr freio à expansão industrial e estimular o retorno dos cidadãos ao
campo.
O grande mérito da Conferência de Estocolmo foi de invalidar as posições
tanto dos partidários do crescimento selvagem como do crescimento zero.
Reconhecendo a complexidade e gravidade dos desafios com os quais a
humanidade se debate, o Relatório Founex – 1972, as Declarações de
Estocolmo – 1972 e de Cocoyoc – 1974, fomentaram a necessidade e a
possibilidade de se projetar e implementar estratégias ambientalmente
adequadas para promover um desenvolvimento socioeconômico eqüitativo, ou
ecodesenvolvimento, mais tarde preconizado pelo Relatório Bruntland 1987,
como desenvolvimento sustentável.
O fundamental é a harmonização dos objetivos econômicos e sociais com
uma gestão ambiental prudente dos recursos e do meio. O crescimento é
indubitavelmente necessário apesar de subsistirem as desigualdades na
distribuição dos recursos e do tempo da sociedade, entre os diferentes
países e no interior de cada um deles, o que conduz a disparidades nos
ingressos, e nas condições de vida e a oposição, cada vez maior, entre
uma minoria altamente produtiva e uma maioria de marginalizados pouco
produtivos ou privados das condições necessárias para o exercício de
uma atividade significativa.
Morin, Bocchi & Ceruti (1996:7) enfatizam: “Não estamos nos primórdios
da pós-história, não estamos no fim da pré-história humana, estamos
num novo começo”. Desta forma, segundo eles, é preciso enfrentar
os imensos problemas do subdesenvolvimento do Terceiro Mundo e do próprio
subdesenvolvimento humano, psíquico e moral; as conseqüências da invasão
da tecnociência sobre a democracia, sobre a vida quotidiana e sobre o
pensamento. É preciso reaprender a ver, a conceber, a pensar e a agir,
diante da necessidade de salvar a biosfera e civilizar o mundo. Ao
concluir, destacam: “A complexidade dos problemas nos desarma. Desta
forma devemos rearmarnos intelectualmente procurando pensar a
complexidade” (op.cit.:15).
Definindo novos rumos pensar a complexidade nas relações ambientais
A gravidade da problemática ambiental vem assim vinculada à complexidade
de suas causas e de seus resultados. É impossível tentar compreendê-la
ou resolvê-la por procedimentos analíticos, fragmentados, explicando com
leis e teorias o que é, na realidade, a crise de um paradigma.
Entender Meio Ambiente no contexto atual significa entendê-lo em termos
de relações. Existe uma variedade de concepções de Meio Ambiente e até
mesmo muita imprecisão na literatura ambientalista. Na tentativa de
esquematizálas, pode-se identificar pelo menos duas perspectivas básicas.
Por um lado, uma perspectiva “naturalista”, que restringe e privilegia
o significado de Meio Ambiente em seus aspectos físicos e biológicos,
dissociando a sociedade da natureza. Por outro lado, uma perspectiva “sócio-ambientalista”
que, além do ambiente natural, considera o meio antrópico, sujeito aos
empreendimentos condicionados essencialmente pelas relações sociais.
Nessa concepção, o Meio Ambiente assume um significado mais abrangente,
à medida que é interpretado como resultado das inter-relações da
natureza e sociedade.
Portanto, se o Meio Ambiente é um sistema complexo, requer, para sua
interpretação, um enfoque que somente se conseguirá através da superação
das diferentes perspectivas disciplinares, e não simplesmente de sua
somatória. Resulta que, para interpretar as questões ambientais, esses
conhecimentos devem ser articulados. Para isso é necessária uma
abordagem que permita gerar um conhecimento integrado, superando a simples
acumulação de enfoques científicos e técnicos.
Os problemas ambientais, como emergentes dos sistemas ambientais, não
podem ser interpretados a partir de propósitos simplistas. Há que se
superar os modelos de causalidade linear que o método científico
tradicional tem enfatizado ao longo de sua existência; é preciso tomar
novas referências e parâmetros da ciência moderna, que permitam falar
de uma causalidade circular. Descobrir, por exemplo: os mecanismos de
auto-organização dos sistemas; as relações ordem-desordem que ocorrem
dentro dos sistemas; como são geradas novas formas de ordem; etc.Tudo
isto se constitui em desafio para que se promova uma interpretação
complexa dos problemas ambientais.
A crise ambiental é uma crise planetária, uma crise de conhecimento e de
formas de conhecimento. Neste sentido, paradigmas emergem na busca da
construção de uma nova visão de mundo, de como interiorizá-lo, como
interpretá-lo, como construir novas relações igualitárias, entre
outras metas.
A crise, portanto, obriga a falar de paradigma e de mudanças de
paradigmas. O que se constata é que talvez não existam modelos
perfeitamente articulados para conduzir a um novo modo de entender o fenômeno
da vida e as relações homem-meio; o que está em evidência é que o
velho modelo tem conduzido a sociedade a uma crise global e que, a partir
de suas propostas, se faz impossível encontrar uma saída
qualitativamente distinta. Entender a crise como um fenômeno complexo,
global, emergente, que apresenta características próprias mais graves e,
também, mais desafiadoras que as manifestadas em cada um dos problemas
isolados, significa ter que se aproximar dela a partir de um novo
paradigma conceitual e metodológico que permita apressar essa
complexidade e trabalhar com ela.
O debate sobre a complexidade nasce no seio da ciência e da epistemologia
da ciência de forma totalmente separada do nascimento do movimento
ecologista, das novas concepções psicopedagógicas que se referem à
construção do conhecimento e a uma forma diferente de afrontar os
processos educativos. Estes três procedimentos tendem a percorrer
caminhos que se cruzam cada vez mais e que, em qualquer caso, parecem avançar
na mesma direção. No domínio da ciência, ou das ciências, três idéias
poderosas, de algum modo, davam a certeza de ter um conhecimento
verdadeiramente pertinente, segundo Morin (1999: 22), constituindo o
fundamento absolutamente incontestável do saber:
– a idéia de ordem – o universo obedece a um determinismo universal e
se, às vezes, parece haver nele o acaso, é que não se conhece o
suficiente;
– o princípio da separação – era inteiramente legítimo à
circunscrição de um domínio disciplinar para fazer progredir o
conhecimento sem levar em conta as interferências;
– o princípio da razão – era a coerência autentificada
especialmente pela obediência aos princípios clássicos.
O próprio desenvolvimento da ciência física, que se dedicava a revelar
a ordem impecável do mundo, o seu determinismo absoluto e perpétuo, a
sua obediência a uma lei única e a sua constituição desembocou
finalmente na complexidade do real. Descobriu-se no universo físico: um
princípio de degradação e de desordem segundo princípio da termodinâmica;
a extrema complexidade microfísica; o cosmos é um processo em vias de
desintegração e de organização simultâneas.Deste então é preciso
enfrentar a complexidade e não dissolvê-la ou ocultá-la.
O pensamento complexo para Morin (1995:9-19) é animado por uma tensão
permanente entre a aspiração a um saber não parcelado, não fechado, não
redutor e o reconhecimento do inacabado, da incompletude de todo o
conhecimento.
Os três princípios apontados por Morin que podem ajudar a pensar a
complexidade são: o princípio dialógico permite manter a
dualidade no seio da unidade; o princípio da recursão
organizacional os produtos e os efeitos são ao mesmo tempo
causas e produtores daquilo que os produziu; e o princípio hologramático
não apenas a parte está no todo, mas o todo está na parte. Mas os três
princípios estão necessariamente interligados entre si, ou seja, a idéia
hologramática está ligada à idéia recursiva, que por sua vez está em
parte ligada à idéia dialógica, enfim, o pensamento complexo exige a
reflexão circular, em detrimento da linear (op.cit.: 106-109). Morin
enfatiza ainda: “Juntai a causa e o efeito, e o efeito voltará sobre
a causa, por retroação, o produto será também o produtor” (op.cit.:
112).
Os princípios preconizados por Morin (op.cit.: 173-174), no paradigma da
complexidade, permitem, portanto, pensar a problemática ambiental
contemporânea, de modo a minimizar os estragos que as visões
simplificadoras fizeram não só no mundo intelectual, mas também, na
vida. Muitos dos sofrimentos que milhões de seres suportam resultam dos
efeitos do pensamento parcelar e unidimensional. O fundamental é um
pensamento que una; por isso a palavra complexidade, que segundo
Morin (op.cit.:33) é tão importante já que complexus significa
“... o que é tecido junto...”. Enfatiza a necessidade de
contextualizar e globalizar, na nossa era planetária, em que não há
problemas importantes de uma nação que não estejam ligados a outros de
natureza planetária, como por exemplo: o desenvolvimento técnico, o
problema demográfico, o econômico, a droga, a aids, a bomba atômica,
etc. Desta forma explicita-se a necessidade, neste início de milênio, de
um pensamento capaz de unir e diferenciar.
Para Morin & Kern (1993:137-139), “(...) a reforma do pensamento
necessária é aquela que gerará um pensamento do contexto e do
complexo”. Por “pensamento do contexto” os autores destacam
que se deve pensar em termos planetários a política, a economia, a demografia,
a ecologia, procurando sempre a “(...) relação de inseparabilidade e
de interretroação entre todo o fenômeno e o seu contexto e de todo o
contexto com o contexto planetário”. Por “pensamento complexo” ressaltam
que é necessário um pensamento que “(...) reúna o que está separado
e compartimentado, que respeite o diverso sem deixar de reconhecer o
uno, que tende discernir as interdependências(...)”. Enfrentar
problemas que comportam incertezas e imprevisibilidades, interdependências
e interretroações com extensão planetária, com descontinuidades, não-linearidades,
desequilíbrios, comportamentos caóticos e bifurcações.
Morin (1999), citado por Santos (2001:25) acredita que essa reforma de
pensamento só poderá começar na escola primária e em pequenas classes.
Segundo ele, neste nível, deve ser desenvolvido o sentido das relações
entre os problemas e os dados, aproveitando a maneira natural e
espontaneamente complexa do espírito das crianças.
A reforma do pensamento requer uma reforma na educação, portanto,
uma reforma das instituições. No entanto, as reformas do ensino não têm
logrado êxito porque se reformam as instituições sem reformar os espíritos.
D’Ambrósio (1997) destaca que o conhecimento disciplinar evoluiu para a
multidisciplinaridade, praticada nas escolas tradicionais, e para a
interdisciplinaridade, ainda difícil de ser conseguida, porém o avanço
efetivo é a transdisciplinaridade.
Por fim torna-se importante ressaltar que “o Paradigma da Complexidade
surgirá do conjunto de novas concepções, de novas visões, de novas
descobertas e de novas reflexões que vão conciliar-se e juntar-se” (Morin,1990:112);
os princípios do pensamento complexo serão necessariamente princípios
de distinção, de conjunção e de implicação.
Referências Bibliográficas:
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. (1997): Transdisciplinaridade. São Paulo:
Palas Athenas.
GAUDIANO, Edgar González. (1997): Educación Ambiental: história y
conceptos a veinte años de Tbilisi. México: Thalpan, Sistemas Técnicos
de Edición.
MARTÍN-MOLERO, F. (1996): Educación Ambiental. Madrid: Síntesis.
MORIN, Edgar. (1990): Introdução
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ed. Trad. Dulce Matos.
Lisboa: Instituto Piaget. Epistemologia e Sociedade, n.2.
MORIN, Edgar. (1999): Por uma Reforma de Pensamento. In: PENA-VEGA,
Alfredo; NASCIMENTO, Elimar Pinheiro. O pensar complexo: Edgar Morin e
a crise da modernidade. Rio de Janeiro: Garamond.
MORIN, Edgar; BOCCHI, Gianluca; CERUTI, Mauro. (1996): Os problemas do
fim do século. 3a
ed. Trad. Cascais Franco.
Lisboa/Portugal: Editorial Notícias.
MORIN, Edgar; KERN, Anne Brigitte. (1993):
Terra-Pátria. Trad. Armando Pereira da Silva. Lisboa: Instituto
Piaget. Coleção Epistemologia e Sociedade, n.5.
SANTOS, Elizabeth da C. (2001): Educação Ambiental e Festas Populares
– Um estudo de caso na Amazônia utilizando o Festival Folclórico de
Parintins (AM). Tese de Doutorado. Cuiabá: UFMT.
NOTAS:
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Universidade Federal do Amazonas.
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